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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Sistema de transporte hidroviário no Amazonas é discutido em seminário

O evento está marcado para acontecer de 6 e 8 de outubro. Objetivo é discutir desenvolvimento do setor para região
MANAUS - Durante três dias, o 9º Seminário de Transportes e Desenvolvimento Hidroviário Interior vai discutir assuntos como: eficiência energética em embarcações fluviais e aspectos ecológicos e ambientais relacionados ao desenvolvimento do setor. 
Além disso, a formação de mão-de-obra também será discutida. O evento está marcado para acontecer de 6 e 8 de outubro.
Com o patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), a Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena), o evento  visa promover um debate acerca da engenharia naval brasileira, contribuindo assim para o desenvolvimento de um transporte hidroviário de cargas e passageiros eficiente e seguro, respeitando o meio ambiente, por meio do estímulo e da disseminação de estudos tecnológicos do setor. As inscrições encerram nesta quarta-feira (30).

Foto: Reprodução/Poder Naval
A organização do Seminário pretende alcançar cerca de 400 participantes. A discussão é voltada para armadores, estaleiros, companhias de navegação, empresas de logística, pesquisadores, órgãos governamentais da área de transporte hidroviário e de fomento, Marinha do Brasil, sociedades classificadoras, universidades e estudantes.
Durante os três dias de evento serão expostos painéis sobre o tema e haverá sessões técnicas abordando assuntos como: Eficiência Energética em Embarcações Fluviais; Aspectos ecológicos e ambientais relacionados ao desenvolvimento hidroviário; Formação de mão-de-obra; dentre outros. As sessões técnicas ocorrerão sempre pelo turno da manhã. A programação ainda contará com 12 palestras.
Inscrições
As inscrições para o 9º Seminário terminam nesta quarta-feira (30). Para participar, o interessado deve acessar o site da Sobena, preencher o formulário e emitir o boleto para a efetuação da taxa de pagamento da inscrição que varia entre R$ 50 e R$ 350. Para associados, o evento não cobrará quaisquer taxas. O Seminário acontece no Hotel Intercity Premium Manaus.
Sobena
A Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena) é uma sociedade técnica sem fins lucrativos, atuando há 53 anos no setor naval, marítimo e aquaviário brasileiro, com reconhecida independência e excelência técnica. 

A Sobena realiza congressos, seminários e reuniões técnicas, entre outras atividades, sempre visando o desenvolvimento da engenharia naval brasileira, comprometida com a preservação ambiental e com o marcos legais.

Fonte:http://portalamazonia.com
Postado por Blog Sustantabilidade SEBRAE RR às 09:55 Nenhum comentário:

Sustentabilidade depende do turismo, afirma ONU

A cúpula das Nações Unidas, que reuniu cerca de 150 líderes mundiais, entre eles a presidenta Dilma Rousseff, reconheceu o turismo como uma das atividades essenciais para o desenvolvimento sustentável no mundo. 

Entre os 17 objetivos e 169 metas aprovados, em Nova York (EUA), para serem cumpridos até 2030, o setor foi considerado essencial pela capacidade de gerar empregos e promover a cultura local, além de estratégico para monitorar os impactos e gerir os recursos naturais.

Roberto Stuckert Filho/Pr

Turismo foi reconhecido como essencial para o desenvolvimento

Turismo foi reconhecido como essencial para o desenvolvimento


Para o ministro do Turismo, Henrique Alves, a inclusão do setor em um documento que aponta caminhos para o futuro da nação comprova a importância do turismo como vetor de geração de emprego e renda. 

“O turismo tem grande potencial de gerar renda e desenvolver comunidades locais, valorizando o patrimônio genuíno do país”, disse. 

O secretário-geral, da OMT Taleb Rifai, afirmou que o documento é o ponto de partida e que agora é necessário colocar em prática as ações que promovam políticas e estratégias de negócios que monitorem e minimizem os efeitos negativos do desenvolvimento do turismo.

A sustentabilidade é uma das premissas do Ministério do Turismo. 

Desde 2004, a pasta desenvolve programas para valorizar e inserir a sustentabilidade no setor. Entre as ações já realizadas estão o Programa de Regionalização, o Programa Talentos do Brasil Rural, o Viaje Legal, a Produção associada ao turismo (artesanato e turismo de base comunitária, entre outros) e o Programa Turismo Acessível.

Em 2013, o Ministério lançou o Programa Turismo Sustentável e Infância com foco no enfrentamento à exploração de crianças e adolescentes no turismo brasileiro. 

Nos últimos dois anos, foram distribuídos mais de 720 mil materiais informativos sobre a campanha e cerca de 110 mil pessoas foram mobilizadas em todo o país.

Fonte: www.tribunadonorte.com.br
Postado por Blog Sustantabilidade SEBRAE RR às 09:28 Nenhum comentário:

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Professora volta a vender biscoitos para climatizar nova escola

Professora quer climatizar escola que dirige atualmente, em Macapá.
Em 2013, ela comprou 16 ares-condicionados e 105 instrumentos musicais.

John PachecoDo G1 AP
Aparelhos serão instalados nas 13 salas de aula da escola Coaracy Nunes (Foto: John Pacheco/G1)
Aparelhos serão instalados nas 13 salas de aula da
escola Coaracy Nunes (Foto: John Pacheco/G1)

A professora aposentada Elba Rosa Dias, de 64 anos, diretora da Escola Estadual Coaracy Nunes, no Centro de Macapá, está repetindo o que fez em 2013, quando geriu a Escola Estadual Nilton Balieiro. À época, com a venda de biscoitos, ela comprou 16ares-condicionados e 105 instrumentos musiciaispara a instituição. Em nova escola, ela pretende, com a ajuda de alunos, professores e comunidade, climatizar as 13 salas de aula do colégio que abriga cerca de 700 estudantes com idades entre 7 e 12 anos.

Elba calcula que deva precisar de R$ 50 mil para pagar os aparelhos, já adquiridos em compra parcelada, para a escola. Ela diz que pretende levantar esse valor vendendo biscoitos à base de 
trigo e manteiga, conhecidos como "Monteiro Lopes", além de produtos de limpeza, como desinfetantes e sabão, feitos dentro da própria instituição.

Com a venda de biscoitos Monteiro Lopes, Elba Rosa conseguiu comprar centrais de ar e instrumentos musicais (Foto: Abinoan Santiago/G1)
Com a venda de biscoitos, Elba Rosa pretende
pagar climatização (Foto: Abinoan Santiago/G1)


"Já comprei as centrais e agora a comunidade está ajudando porque parcelei de dez vezes. 
Comprei no meu nome, mas assim que estiver tudo pago vou repassar para a escola e todas as salas serão climatizadas. Hoje, as crianças se sentem mal e ficam levantando toda hora. 
Os ventiladores das salas são precários, e o aluno não sabe se estuda ou fica limpando o suor", falou.

A venda dos biscoitos, cerca de 200 por dia a R$ 0,50, é feita dentro da escola. Os doces são produzidos pela própria diretora. A fabricação do sabão, desinfetante e água sanitária foi 
ensinada através de cursos para professores e alunos. O sabão é feito de óleo de cozinha 
reutilizado. Com a produção de itens próprios e geração de receita, a diretora fala em 
"auto-sustentabilidade" e economia de recursos do Caixa Escolar.

"Podemos fazer também a nossa parte e não depender somente de recursos do governo. 
Temos muito apoio aqui. Estou há dois meses aqui nessa escola e fui bem recebida pelos 
professores e pelo corpo técnico. Quando dá, também achamos outras formas de arrecadar 
dinheiro, como sorteios e rifas", destaca Elba.

Produtos de limpeza feitos dentro da própria escola em Macapá (Foto: John Pacheco/G1)
Produtos de limpeza feitos dentro da própria escola, em Macapá
(Foto: John Pacheco/G1)

A iniciativa da professora na escola também atraiu a atenção dos pais dos alunos, que 
decidiram se incluir ainda mais no ambiente escolar. É o caso do eletricista Rodinaldo 
de Oliveira, de 52 anos. Ele tem dois filhos na instituição, e se prontificou a instalar 
as centrais e adaptar a rede elétrica das salas aos aparelhos. Segundo ele, todo o apoio 
será voluntário.

"É uma excelente ideia que vai ajudar bastante nos estudos das crianças. Elas reclamam 
e até passam mal. Não podemos só esperar do governo, temos que nos ajudar. 
Não é para nós, é para nossos filhos. Se todos ajudarem vai melhorar ainda mais a escola",
frisou Oliveira.

A professora Nazaré Correa defende que o bom ambiente e o conforto nas salas a partir da 
colocação das centrais será um impulso no aprendizado das crianças. "É muito importante 
que a comunidade participe do desenvolvimento intelectual, social e econômico da escola. 
Nesse momento que estamos atravessando, de crise, não podemos esperar apenas pelo poder público", reforçou.

O problema com o calor nas salas não é exclusividade da Coaracy Nunes. 
Um levamentamento da Secretaria de Estado da Educação (Seed) apontou que 102 das 
402 escolas da rede precisam passar por reformas em que serão necessárias mudanças 
nos sistemas de ventilação dos prédios. É que mesmo onde tem ventiladores, eles 
não são suficientes paracombater o calor.

A previsão de início das reformas é para 2016. De julho a novembro é o período mais 
quente do ano no Amapá, onde a temperatura fica em torno de 35ºC, com sensação 
térmica de 40ºC.

Fonte: www.g1.globo.com
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Senai entrega Selo Ambiental a mais 2 indústrias e número de beneficiadas sobe para 17

As indústrias Odebrecht Agroindustrial, de Costa Rica (MS), 
e Odebrecht Agroindustrial Unidade Eldorado, de Rio Brilhante 
(MS), receberam o título no útlimo sábado (26).


POR: DA REDAÇÃO COM INFORMAÇÕES DA ASSESSORIA


Assessoria

As indústrias sucroenergéticas Odebrecht Agroindustrial Unidade Costa Rica, de 
Costa Rica (MS), e Odebrecht Agroindustrial Unidade Eldorado, de Rio Brilhante 
(MS), receberam, neste sábado (26/09), no EcoSesi Observatório Socioambiental, 
em Bonito (MS), o Selo Verde do PSE (Programa Senai de Ecoeficiência), 
que representa a pontuação máxima, mais 5% no benefício fiscal concedido 
pelo Governo do Estado, e a boa condução das práticas ambientais.
Com essas duas entregas, sobe para 17 o número de indústrias que já receberam 
o Selo Ambiental do Senai – Odebrecht Agroindustrial Unidade Costa Rica, 
Odebrecht Agroindustrial Unidade Eldorado, Copasul Fiação de Algodão, Central Energética 
Vicentina, Alcoolvale SA Álcool e Açúcar, Bunge Alimentos, Metalfrio Solutions, 
Monteverde, Santa Luzia, Energética Santa Helena, Inflex, International Paper, 
Vetorial, Usina Sonora, Metap Repram, Semalo e Coca-Cola.
Para o diretor-técnico do Senai, Gilberto Schaedler, as ações do PSE estão 
cada vez mais em expansão, o que demonstra o interesse das indústrias em 
desenvolverem ações de boas práticas ambientais. 
“Assim estimulamos a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento 
sustentável, somando esforços com o setor produtivo para promover cada vez 
mais o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul de forma responsável e 
profissional, levando consciência ambiental ao negócio por meio da união 
de esforços e objetivos comuns”, declarou.
Ele também destacou que, por meio do Selo Ambiental, o Senai valida e 
reconhece o esforço da indústria sul-mato-grossense para ações que visam 
a preservação. 
O gerente do Senai Campo Grande, Marcos Costa, ressaltou que o número 
de indústrias já certificadas de diferentes segmentos demonstra cada vez 
mais a consolidação do PSE e o interesse das empresas em desenvolverem
boas práticas ambientais. 
“O PSE é uma importante solução para as indústrias que querem melhorias nas 
práticas ambientais e a consequência do trabalho é a entrega do selo”, disse.
Para o gerente de saúde, segurança e meio Ambiente da Odebrecht Agroindustrial 
Unidade Eldorado, Thales Garcia, o selo é um importante reconhecimento. 
“Esse Selo do Senai comprova a filosofia da indústria que tem as pessoas e o 
meio ambiente como pilares e nos incentiva a melhorar cada vez mais as ações”, 
declarou. 
O gerente de pessoas, administração e finanças da unidade, Pedro Augusto da 
Costa, acrescentou que essa é a filosofia da empresa desde 1944.
“Naquele momento já havia grande preocupação com o tema. 
Agora que recebemos este reconhecimento vamos buscar cada vez mais 
melhorias e bias práticas”, garantiu.
O gerente de segurança, saúde e meio Ambiente da Odebrecht Agroindustrial 
Unidade Costa Rica, Fábio Ferrari, também salientou a satisfação em ter o 
trabalho da indústria reconhecido. 
“O Selo do Senai reconhece o esforço feito ao que desenvolvem trabalhos 
que visam a sustentabilidade em Mato Grosso do Sul. Tem um retorno 
econômico importante, mas o principal foco é esse incentivo as boas 
práticas”, pontuou.

O PSE
Os selos ambientais do Senai classificam a eficiência do sistema de gestão 
ambiental das indústrias, conforme as disposições do Decreto Estadual 
nº 13.606, de 25 de abril de 2013 e que prorrogam até 2028 os incentivos 
fiscais para o setor industrial sul-mato-grossense, permitindo a ampliação, 
em até 5%, do percentual do benefício fiscal já concedido desde que haja 
efetividade do plano técnico de sustentabilidade ambiental das empresas.
O PSE é desenvolvido em sete etapas: adesão, habilitação, definição de 
metas, implementação da metodologia do PSE, processo de auditoria, 
avaliação ambiental e emissão de selo ambiental. 
Essas sete etapas são relevantes para a compreensão de todo o processo, 
desde a habilitação da empresa até a emissão do selo. Porém, é prerrogativa 
do Programa a análise prévia do sistema de gestão ambiental existente 
na empresa.
Segundo a coordenadora do PSE, Liliane Candida Corrêa, o Programa avalia 
31 indicadores de desempenho ambiental que abordam temas como política 
ambiental, treinamentos, conscientização até o controle e monitoramento do 
processo produtivo. 
“Com esses indicadores avaliamos as conformidades ou não-conformidades 
encontradas e classificamos as indústrias, pontuamos e definindo o selo que 
irão receber”, disse.
Após as etapas a empresa recebe um selo que pode ser branco, marrom, 
laranja, azul e verde. 
O Selo Verde tem conceito entre 81 a 100 pontos e concede à indústria 5% 
a mais de incentivo fiscal, enquanto Selo Azul tem conceito entre 61 a 
80 pontos e incentivo fiscal de 4% a mais, o Selo Laranja tem conceito entre 
41 e 60 pontos e 3% a mais de incentivo fiscal, o Selo Marrom tem conceito 
entre 21 e 40 pontos e incentivo fiscal de mais 2% e o Selo Branco tem 
conceito entre 1 a 20 pontos e incentivo fiscal de mais 1%. 
A pontuação 
poderá ser revista a qualquer tempo, na vigência do benefício 
fiscal ou na vigência do prazo estabelecido para execução do processo de 
auditoria, adequando-se a um novo resultado, aumentando ou diminuindo 
o nível do selo no limite entre 1% e 5%.

Serviço - Mais informações sobre o PSE podem ser obtidas por meio do
Fonte: www.acritica.net
Postado por Blog Sustantabilidade SEBRAE RR às 10:20 Nenhum comentário:

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Sistemas Agroflorestais mudam a vida de agricultores familiares no interior de Roraima

Foto: Aliny Melo
Aliny Melo - Produtor aposta na diversificação de culturas em sua propriedade
Produtor aposta na diversificação de culturas em sua propriedade

Desenvolver a agricultura familiar em Roraima é considerado uma das alternativas para aumentar a produção agrícola do estado. 

Para que isso aconteça, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa - vem apostando na utilização de modelos de exploração agrícola sustentáveis, como os Sistemas Agroflorestal (SAF's), que permitam aos produtores familiares diversificarem a produção e recuperarem áreas degradadas.

A Unidade da Embrapa em Roraima visualizou nos SAF's a alternativa para tirar agricultores do município de Caroebe (338 km de Boa Vista, capital do estado), do monocultivo da banana. 

Isso porque os produtores do pequeno município roraimense de 4.500 habitantes enfrentaram, em 2008, um grave problema com o ácaro vermelho.  A praga inviabilizou a venda do principal produto da região ao seu maior mercado consumidor: o estado do Amazonas.

Seu José Wilson, produtor local, lembra bem da situação difícil que enfrentou. "A gente vendia a banana para a cooperativa ou para atravessadores, que mandavam para Manaus (AM). Com o problema do ácaro, eles não queriam comprar mais da gente, com medo da praga se espalhar por lá também. As bananas estragaram e perdemos praticamente toda a safra", conta.

Em 2010, a Embrapa e o Sebrae iniciaram um projeto de Sistemas Agroflorestais na região, atendendo cerca  de 20 produtores de banana. A demanda veio da Cooperativa de Agricultores e Agricultoras Familiares do Caroebe (COOPARFAC), que entrou em contato com o Sebrae na tentativa de viabilizar uma solução para o problema do ácaro. 

Como a Embrapa Roraima trabalhava com os Sistemas Agroflorestais em área experimental, O Sebrae convidou a Unidade para dar suporte técnico-cientifico a diversificação de culturas. A partir de então, iniciaram-se os trabalhos de aproximação e diagnóstico para instalação dos SAF's.

No ano de 2011, foram realizados os primeiros plantios. Nas áreas de bananais antigos foi feita a limpeza e raleamento do bananal, que consiste em retirar as plantas em excesso, deixando o espaçamento ideal para o desenvolvimento das demais. Para o plantio das espécies perenes, os agricultores escolheram trabalhar com o cacau, cupuaçu e açaí. Em relação às espécies florestais, foram escolhidas a castanha-do-brasil e andiroba, além das leguminosas gliricídia e ingá.

Nas áreas de pasto degradado, a implantação foi iniciada com o plantio das espécies anuais (feijão-caupi, melancia e mandioca), seguidas da banana. Nas áreas de capoeira (estágio médio de regeneração) foram plantadas espécies perenes e florestais. Com isso, os agricultores familiares passaram a ter outras fontes de renda, além da banana.

Segundo o analista de transferência de tecnologia da Embrapa, Alcides Galvão, o diferencial do projeto foi a realização, junto aos agricultores, de reuniões de conscientização, mostrando as vantagens e desvantagens do sistema. "O importante era saber o que os agricultores achavam da ideia de mudar a forma de produzir, tirando as dúvidas iniciais sobre a nova tecnologia", explica.

Hoje, boa parte dos agricultores do Caroebe saíram da monocultura da banana para investir no consórcio de culturas complementares. A banana ainda é o carro-chefe da região, mas sem o perigo de perder toda a produção de uma só vez. Seu José Wilson, por exemplo, já está colhendo cupuaçu, café e cacau e, para ele, os resultados foram mais que satisfatórios.

"O SAF facilitou muito a minha vida. Eu faço um serviço só, cuidando de uma variedade de coisas, e já estou querendo aumentar os cultivos. Posso dizer que hoje tenho muito mais do que há três anos, principalmente a tranquilidade de saber que posso tirar meu sustento mesmo se acontecer algo com a banana de novo", completa.

Transferindo o conhecimento
O resultado da iniciativa em Caroebe foi tão positivo que despertou o interesse de outros produtores da Região Sul de Roraima. Em 2013, foi iniciado outro projeto de SAF's no município de Rorainópolis (308km de Boa Vista), atendendo 30 famílias, no mesmo modelo adotado em Caroebe. Em 2014, o projeto de Rorainópolis ganhou o apoio de mais instituições, que continuam acreditaram nesse modelo como alternativa para aumentar a competividade da agricultura familiar em Roraima.

Clarice Rocha (MTb 4733/PE) 
Embrapa Roraima 
roraima.imprensa@embrapa.br 

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)

www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
Postado por Blog Sustantabilidade SEBRAE RR às 10:18 Nenhum comentário:

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Natura vence prêmio ambiental da ONU

                                                                                                                                            Divulgação / Natura
                                Natura: empresa disse que vai manter investimentos na crise

Dayanne Sousa, do Estadão Conteúdo
São Paulo -

A Natura foi escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das vencedoras deste ano de um prêmio internacional que reconhece pessoas e instituições por sua atuação no desenvolvimento sustentável.
O Campeões da Terra, principal premiação ambiental da ONU que no Brasil já teve como escolhidos Izabella Teixeira, Fábio Barbosa e Marina Silva, tem pela primeira vez uma empresa brasileira eleita.
O presidente da Natura, Roberto Lima, afirma que a companhia tem mantido metas ambientais e segue comprometida com investimentos na área, apesar do momento de instabilidade na economia brasileira.
"A empresa tem o desafio de enfrentar um curto prazo que nesse momento no Brasil sabemos quão difícil é, mas é pouco provável uma redução desse esforço de sustentabilidade porque temos metas e prazos objetivos para cumprir", afirmou.
A Natura foi escolhida pelas Nações Unidas por sua capacidade de integração entre desenvolvimento econômico, social e ambiental, afirma Regina Cavini, representante no Brasil do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).
"Todos os premiados têm a sustentabilidade como parte das decisões de negócios, ela está no coração do negócio e da empresa", afirma. Este ano, além da Natura, o PNUMA já anunciou como premiados em outras categorias a norte-americana The National Geographic Society e o grupo sul-africano Black Mambas, formado por 26 mulheres que lutam por causas ambientais.
Pela frente, a Natura tem como metas reduzir emissões de Gases do Efeito Estufa em 33% entre 2012 e 2020. Há ainda objetivos para aumento da utilização de materiais recicláveis e maior utilização de fontes de energia renovável, entre outros.
"Esses objetivos fazem parte de todo o sistema de gestão e implicam na remuneração variável de todos os administradores", comenta Lima.
Alguns dos objetivos da companhia representam desafios em termos de custos num momento em que aumentos de preços na economia como um todo pressiona diversas empresas.
É o caso da meta de implementação de logística reversa, a prática de recolher embalagens para reciclagem. A Natura planeja destinar para reciclagem 50% da quantidade de resíduos gerados pelas embalagens de produtos da companhia no Brasil até 2020.
Questionado sobre se metas como essa pressionam os custos, Lima afirma que "perceber que isso custa dinheiro força a companhia a ser criativa e inovadora".
No caso do programa de logística reversa, que começou a ser implementado este ano em fase piloto, o executivo menciona que a companhia passou a buscar parcerias com outros nomes da indústria, o que aumenta a escala do programa e dilui custos.
"Administrar melhor essa matriz num momento em que o dinheiro fica mais curto e os juro mais elevados exige inventividade", diz Lima.
Ele lembra que entre os focos de investimento da companhia estão inovações em produto, infraestrutura e desenvolvimento de tecnologia, além de investimentos na área comercial. "Discutimos internamente como ter um equilíbrio entre essas coisas junto com esse compromisso de sustentabilidade", acrescenta.
Produtos e concorrência
O uso de produtos da biodiversidade brasileira, algo que já se tornou uma identidade para a marca da Natura, é reforçado por Lima como parte da estratégia da companhia.
Ao mesmo tempo, a empresa viu ao longo dos anos outras companhias do setor se apropriarem do mesmo mote e hoje lida com um acirramento da concorrência no mercado de cosméticos, higiene e perfumaria no Brasil.
"Existe um sentimento de 'poxa, mas isso é nosso, é um atributo da nossa marca', mas fomos nós mesmos que provocamos isso", diz Lima.
"Fazemos esperando que seja repetido por outras companhias, queremos que mais e mais empresas tenham as mesmas práticas", acrescenta.
Entre os lançamentos recentes da Natura, está a linha Ekos de Ucuuba, com ingredientes retirados do fruto de uma árvore amazônica.
"O destino natural dessa árvore era ser cortada para virar cabo de vassoura, era vendida por R$ 15 reais depois de ser derrubada.
Fonte: www.exame.abril.com.br



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terça-feira, 22 de setembro de 2015

A mulher moderna tem um espírito ecológico



Falando de poluição, vamos focar fortemente todos esses fatores importantes nos quais a mulher é central para ajudar muito no clima para diminuir ou eliminar os elementos tóxicos que afetam ambas as nossas famílias e da sociedade em geral chave.
Diz-se que o espírito governa a matéria, e o papel das mulheres na área de contaminação é acionado, uma vez que a mulher foi dotado de talentos especiais e uma saudavelmente critério analítico para guiar seu principal núcleo da família.
Ela como mãe, esposa e parceiro tem a bela missão de sensibilizar aqueles que o rodeiam, para cumprir este trabalho duro, não só para purificar a atmosfera da Terra, mas também o ambiente psicológico de seus entes queridos, a partir de casa.

Começamos observando todos os resíduos tóxicos no ralo deixando nossa casa, com a cozinha eo banheiro, como os lugares mais imediatos, a lavanderia, que é onde a limpeza do uso de roupas é geralmente toda a família, são os pontos mais densos carregados com bactérias e localização de uma atenção mais urgente.
Na cozinha, por exemplo; muitas mulheres em todo o mundo tendem a esvaziar a resíduos de óleos vegetais e gorduras animais em que seus alimentos cozidos máquina de lavar louça, sem sequer imaginar que com um litro de óleo de dez mil litros de água são contaminados.
Eo banheiro, meus queridos amigos, quantas vezes um tanque diário pessoal alavanca família é reduzido? Ou, quantos rolos de papel higiênico usado ir direto para o aterro em uma semana?
E a roupa que é lavada em casa com várias marcas de detergentes líquidos e produtos de limpeza, água sanitária, removedores de manchas, amaciantes e em geral eles não são biodegradação?
Esse acúmulo de resíduos químicos que flui através dos esgotos de cidades pequenas e grandes cidades do mundo vai para os rios e os rios correm para o mar. Tudo isso sem resíduos químicos que descartadas grandes indústrias, que também vai para o mar, poluindo suas águas e milhões de espécies de criaturas do mar.
E a poluição do ar meus amigos? … Quantos de nós tem que engolir os sopros cigarro parceiros, parentes ou vizinhos e amigos que fumam, e às vezes até de nós mesmos? E não cumprir, além algumas pessoas são afectados a utilizarem chamados sprays ou fixadores de cabelo também são fatores de poluição da atmosfera e, claro, isso já é mostrado em estudos para a estratosfera do planeta, alguns física e os cientistas da terra, jogando como resulta uma repartição alarmante da camada de ozônio, que é composto de gás oxigênio (o filtro do nosso mundo dilacerado) onde os elementos espaciais desbaste de mudas de ar e causando problemas respiratórios deixando etapa, os raios ultravioletas luz direta à nossa pele. Aqui foi a fonte de muitas doenças crônicas na derme humanos.
O homem comum na terra, em seguida, esqueceu-se de preservar a limpeza do seu mundo, você se esqueça de limpar seu barco e sua arca que guarda seus preciosos tesouros vivos: florestas (fonte de oxigênio do planeta), a flora e fauna. Ele criou inconscientemente caça e pesca clubes, onde foram oficialmente autorizados para acabar com as poucas espécies animais que permanecem na terra.

http://meioambienterio.com/2015/09/9100/a-mulher-moderna-tem-um-espirito-ecologico.html
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