quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Acredite, esta bolsa é feita de frutas que iriam para o lixo

Estima-se que 1,3 bilhão de toneladas de alimentos, ou aproximadamente 30 por cento da produção mundial, seja perdida ou desperdiçada anualmente, segundo a ONU.
Em um esforço para combater o desperdício, alunos de design do Willem de Kooning Academie, no sul da Holanda, criaram acessórios de uso comum feitos a partir de frutas que iriam para o lixo.

São bolsas feitas de mangas, sacolas de compras derivadas de nectarinas e até abajures criados com polpa de pêssegos.
Os materiais são compostos basicamente de alimentos maduros ou considerados “esteticamente inapropriados” (tortos, grandes ou pequenos demais) para venda nos mercados e que, por isso, acabam no lixo da cidade todos os dias.
Inspirados em uma técnica que chefs usam para amassar, cozinhar, e, em seguida, secar frutas, os designers conseguiram criar um produto comercialmente viável, como um novo tipo de couro ecológico.
Cada combinação de frutas entrega um resultado diferente, por isso, os designers estão constantemente aprimorando suas criações.
Em entrevista ao site Ecouterre, Hugo de Boon, um dos estudantes, explicou que “um remendo de ‘couro de morango é bastante frágil , rasgando-se muitas vezes quando dobrado. Adicionando abóbora ou maçã, isso pode mudar.”
Foto:Facebook/Fruitleather Rotterdam
Fonte: Vanes / EXAME.com / Planeta Sustentável

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Significado de Impacto Ambiental

A medição do impacto ambiental não pode ser feita de forma precisa porque o meio ambiente é um sistema complexo. 
É possível fazer algumas estimativas, através do EIA (estudo de impacto ambiental) e RIMA (relatório de impacto ao meio ambiente).
A grande maioria de atividades econômicas implica um impacto ambiental. Indústrias energéticas e mineradoras (por exemplo: uma central hidrelétrica ou uma mineração) causam um impacto ambiental acentuado. 
Os resíduos resultantes das indústrias são normalmente eliminados de três formas: na água, na atmosfera ou em áreas isoladas.
 Impacto Ambiental
Impacto Ambiental 
A indústria do petróleo pode ter um impacto muito negativo nos trabalhadores da indústria (através de explosões e acidentes químicos), mas também na fauna, quando ocorrem vazamentos. 
Além disso, em muitas ocasiões, a poluição do meio ambiente provoca a poluição dos alimentos, sendo um risco grave para a saúde das populações. Como a exploração deste recurso é de alto risco e cria impactos ambientais, é necessário uma licença ambiental, que impõe algumas medidas para reduzir esses impactos.
O impacto ambiental é uma consequência das nossas atitudes, e por esse motivo é crucial educar a sociedade para que possam ter atitudes responsáveis que causem menos impactos negativos no meio ambiente.
Impacto ambiental positivo
Um impacto ambiental positivo consiste no resultado de uma norma ou medida que seja benéfica para o meio ambiente. A recuperação de rios e matas têm um impacto ambiental positivo. A construção de uma barragem pode também ter um impacto positivo na fauna e flora de uma determinada região.

Impacto ambiental no Brasil
No Brasil, o órgão responsável pela legislação e emissão de medidas relacionadas com o meio ambiente é o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente). A nível federal, o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) é responsável pelo cumprimento das normas legais estabelecidas pelo Governo para o meio ambiente.

No Brasil, os acidentes que causaram maior impacto ambiental negativo ocorreram em oleodutos da Petrobras e resultaram em vazamentos na Baía da Guanabara e no Paraná. 
Para minimizar os efeitos e prevenir futuros acidentes, a Petrobras criou o Programa Pégaso (Programa de Excelência em Gestão Ambiental e Segurança Operacional), que potencia pesquisas para a criação de formas eficazes para a limpeza de zonas afetadas por vazamentos. Uma iniciativa governamental para reduzir o impacto negativo de vazamentos é a Recupetro (Rede Cooperativa em Recuperação de Áreas Contaminadas por Atividades Petrolíferas).

Ao longo do anos, o Brasil tem enfrentado impactos ambientais que causaram o desmatamento da mata atlântica, a devastação da Amazônia, destruição e alteração dos mangues e dunas, estrago do cerrado e sertão nordestino, que causaram a seca e migração de parte da fauna.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Calculadora mede a relação de hábitos de consumo com o impacto ambiental

A organização não-ambiental WWF Brasil criou a “Calculadora da Pegada Ecológica

A calculadora é utilizada para medir os impactos ambientais que os hábitos de consumo de cada pessoa tem sobre o planeta
A calculadora é utilizada para medir os impactos ambientais que os hábitos de consumo de cada pessoa tem sobre o planeta Oswaldo Rubio/flickr/cc

Já pensou em medir o impacto que seus hábitos de consumo têm sobre o planeta? 

A organização não-ambiental WWF Brasil criou a “Calculadora da Pegada Ecológica” em que é possível que o brasileiro calcule seu impacto no meio ambiente. 

A ferramenta criada por meio dos programas Água Brasil e Cerrado Pantanal, e tem uma metodologia de contabilidade ambiental que permite avaliar a demanda humana por recursos naturais, com a capacidade regenerativa do planeta.

O Amazônia Brasileira conversou com a especialista em conservação da WWF-Brasil, Terezinha Martins. 


Ela explica que a calculadora é uma ferramenta para entender quanto ainda nos resta de recursos ecológicos: “baseado nos dados de consumo do Brasil, recursos ecológicos como agricultura, pastagens, florestas, ou seja, a biocapacidade do planeta, poderá ser medida pelo nosso consumo. 

E assim conseguiremos ver o que temos disponível em recursos ecológicos, e que marca estamos deixando no planeta.”

Para Terezinha, independente da calculadora, é necessário que a população cobre do governo políticas públicas eficazes relacionadas à mobilidade urbana, construções sustentáveis, outras formas de produção de energia, compras sustentáveis do governo, compras de madeira legal, além de que governo e empresas devem colaborar para uma pegada de baixo carbono e produzir materiais de escala mais sustentável: “a sociedade deve estar mais atenta para essas questões e fazer as pressões necessárias”.

A calculadora está dividida em cinco categorias: alimentação, moradia, bens, serviço, tabaco e transporte. Seus resultados serão utilizados para descobrir onde se deve atuar com campanhas para o consumo responsável, além de alertar a população que poderá entender onde e como mudar seus hábitos de consumo para fazer sua parte, pois a calculadora além de fazer a avaliação dos hábitos de consumo, ainda dá dicas sobre como mitigar este impacto.

A especialista do WWF alerta: “o planeta é finito e é necessário ter atitudes mais sustentáveis no dia a dia”.

Para utilizar a calculadora basta acessar o site da WWF-Brasil.


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Cristo Redentor é iluminado para conscientizar sobre o câncer de mama

Dentro das ações do Outubro Rosa, mês de conscientização para o combate ao câncer da mama, o monumento Cristo Redentor recebeu pacientes que enfrentam a doença para marcar a campanha e foi iluminado com a cor de rosa. 
Houve apresentação musical com a DJ Scarlet e a violinista Daiana Mazza e uma missa foi celebrada no local.
A presidenta da Fundação Laço Rosa, uma das entidades promotoras do evento, Marcelle Medeiros,  diz que a estimativa é que 57 mil novos casos devem ser diagnosticados no Brasil este ano. 
Segundo ela, a campanha Outubro Rosa, que tem ações no Brasil desde 2002, ajudou a tornar o assunto mais conhecido e discutido.

“Hoje a gente fala mais sobre esse assunto, mas ainda falta um longo caminho até a gente efetivamente ter outras políticas públicas de saúde, ainda falta uma longa estrada. 
É uma questão da sociedade e do poder público, porque se a sociedade não se mobiliza, o poder público vai fazer e ofertar aquilo que está ali. E se a sociedade acha que tudo bem aquilo que está ali, então vai continuar sendo aquilo. Então, na verdade, é um movimento de todos”, disse.
Rio de Janeiro - O Monumento ao Cristo Redentor ganhou iluminação cor de rosa como forma de conscientização para o combate ao câncer de mama (Tomaz Silva/Agência Brasil)
O Monumento ao Cristo Redentor ganhou iluminação cor de rosa como forma de conscientização para o combate ao câncer de mama dentro das ações do Outubro RosaTomaz Silva/Agência Brasil
Marcelle lembra que não existe prevenção contra o câncer de mama, mas a detecção precoce pode fazer a diferença entre a vida e a morte da paciente. 
A enfermeira Vania dos Santos Maia foi diagnosticada com a doença em 2010 ainda no início. Se submeteu à quimioterapia, mastectomia e radioterapia e teve metástase dois anos e meio depois do diagnóstico. 
Atualmente faz tratamento para controle da doença. Para ela, é fundamental o apoio das instituições de combater ao câncer.
“Tudo isso que a gente vê no mês de outubro deveria se estender por todos os meses do ano, porque é fundamental para quem está passando por esse processo de tratamento, de controle contra o câncer, em busca da cura. 
Se não fosse esse apoio, seria muito mais complicado para a gente. Quando eu descobri o câncer de mama pela primeira vez, eu não conhecia nenhuma mulher que tivesse, não fazia parte de nenhum grupo, não conhecia nenhuma ONG, lutei sozinha e foi muito complicado para mim. Tanto que eu tinha dificuldade de sair na rua careca. 
Quando eu conheci toda essa maravilha das pessoas que apoiam a gente nessa luta, parece que isso vai fortalecendo você cada vez mais e você consegue carregar essa bandeira com muito mais facilidade”.
Hoje ela não costuma usar peruca ou lenços, mas reconhece a importância dos acessórios para a autoestima das pacientes que perdem os cabelos por causa do tratamento de quimioterapia. 
“Eu me libertei, virei uma rebelde, tenho muitos lenços, minhas amigas me mandam. Às vezes eu saio de lenço, mas eu tiro tudo, eu me libertei. As amigas relatam que a parte mais difícil do tratamento não foi a quimioterapia, foi ficar sem os cabelos. 
Então é difícil porque envolve a vaidade, envolve a sua própria identidade, você se olha no espelho e quer se enxergar, mas sem os seus cabelos você fala ‘cadê eu?’ O cabelo é a moldura do rosto, você perde a sua moldura, a sua identidade”.
O reitor do Santuário Cristo Redentor, padre Omar Raposo, destaca que a primeira campanha que o Cristo Redentor aderiu foi a Outubro Rosa.
 “Ele iluminado com essa cor maravilhosa nos ajuda também a dar visibilidade a essa grande campanha de prevenção ao câncer de mama, esse é o nosso objetivo em iluminar o Cristo Redentor: rezar pelos enfermos e, ao mesmo tempo, pedir ainda mais ao poder público e que a conscientização social seja de fato uma realidade entre nós”.
O Cristo Redentor é iluminado de rosa dentro da campanha de combate ao câncer de mama desde 2008. 
Também dentro das ações do Outubro Rosa, o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, zona norte do Rio, promove até quarta-feira ações de esclarecimento e orientações sobre a promoção da saúde da mulher na portaria principal da unidade de saúde. 
Ontem, houve uma palestra com o diretor-geral do hospital, Eduardo Jorge Bastos Côrtes e voluntários da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) oferecerão gratuitamente serviços de beleza para o público.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Sebrae lança nova edição de cartilhas sobre Sustentabilidade!

por Equipe Akatu 

Oito volumes abordam temas fundamentais para empresas que desejam ser mais sustentáveis e mostram práticas que podem ser aplicadas no dia a dia






A segunda edição da série “Sustentabilidade nos Pequenos Negócios” já está disponível no site do Centro Sebrae de Sustentabilidade.

As cartilhas abordam oito temas: sustentabilidade, gestão sustentável, eficiência energética, gestão da água, gestão de resíduos sólidos, produção e consumo responsáveis, licenciamento ambiental e certificação. 

O conteúdo foi lançado pela primeira vez em 2013, e passou por revisão e atualização para a segunda versão. Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a sustentabilidade é muito importante para que os pequenos negócios minimizem impactos, mas é, principalmente, fator competitivo no mercado.

“No mundo corporativo, a sustentabilidade significa redução de custos e aumento na lucratividade. 

Os donos de pequenos negócios que conseguem incorporar o viés econômico, social e ambiental aos seus empreendimentos, tornam eles diferenciados no mercado e com potencial de atrair mais clientes”, disse. 

[Faça o download gratuito da nova edição de cartilhas do Sebrae 
"Sustentabilidade nos Pequenos Negócios"] - 

Créditos e fonte: Instituto Akatu - site www.akatu.org.br.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Pesquisadores criam máquina de gelo sem bateria e que usa energia fotovoltaica

Comunidades ribeirinhas da região Amazônica estão se beneficiando do resultado de um projeto de pesquisa científico iniciado a partir da necessidade dessas próprias populações: máquinas de gelo que utilizam apenas energia solar fotovoltaica. 
O diferencial do equipamento desenvolvido pelo Laboratório de Sistemas Fotovoltaicos, do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, é dispensar o uso de bateria para armazenamento de energia.

A máquina de gelo é uma adaptação de um equipamento comercial. Ao invés de um cabo para conexão em tomadas ou baterias, ela é ligada diretamente a um gerador com 60 módulos fotovoltaicos. 
Esses módulos possuem células sensíveis à luz e de material semicondutor. 
A luz solar incide sobre as células, os elétrons do material semicondutor são colocados em movimento, permitindo a geração de corrente elétrica. A eletricidade move um motor elétrico conectado a um compressor de uma máquina de produção de gelo.
De acordo com Roberto Zilles, professor do IEE e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da máquina de gelo, o equipamento funciona de acordo com o sol. Quanto maior a incidência solar, mais rápido o motor gira e maior a produção do gelo.
“A presença de uma bateria poderia armazenar a energia para o equipamento ser utilizado em dias sem sol e aumentar a produção de gelo, no entanto, decidimos eliminar a necessidade de acumular a energia por causa dos seus custos financeiros e ambientais. 
A bateria precisa ser trocada periodicamente e seu descarte, de maneira não correta, pode se tornar um problema para o meio ambiente”.
A capacidade de produção da máquina é de 30 quilos de gelo por dia e, segundo Zilles, o custo para construir o equipamento é em torno de R$ 12 mil. 
A máquina é o resultado de um protótipo desenvolvido em 2009 durante a pesquisa de pós-doutorado de Carlos Driemeier, no Laboratório de Sistemas Fotovoltaicos do IEE, que teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Mas a ideia das máquinas de gelo surgiu em 2005 com a participação dos pesquisadores do IEE em projeto de eletrificação rural com energia solar, em comunidades ribeirinhas no Amazonas. 

“A demanda por gelo nesses locais é fundamental para a conservação do pescado que é fonte de renda e alimentação. Percebemos a dependência da população em comprar gelo para fazer o transporte do produto, o que o encarecia. Além disso, o acesso à energia nesses locais é muito difícil”, explica Zilles.

Ele ainda conta que a demanda de construção da máquina de gelo surgiu de um problema social. “Entender a realidade e as dificuldades dessas comunidades motivou o desenvolvimento de uma solução”.

Instituto Mamirauá
A primeira comunidade ribeirinha beneficiada pela máquina de gelo é a Vila Nova do Amanã, no município de Maraã, no Amazonas. Foram instalados, em setembro, três equipamentos com capacidade diária de 90 quilos de gelo. 
A construção das máquinas faz parte do projeto “Gelo Solar: tecnologia para conservação de alimentos em comunidades isoladas da Amazônia” implantado pelo Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
O Gelo Solar é uma expansão dos projetos de energia solar que o Instituto Mamirauá vem desenvolvendo na Amazônia. 

No interior do estado do Amazonas, a matriz energética é 100% óleo diesel, que possui baixa eficiência e alto custo de operação, manutenção e distribuição.

No caso das Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, que reúnem 286 comunidades, apenas 153 contam com pequenos geradores funcionando poucas horas por dia. As demais 133 vivem às escuras.

Qualidade de vida
A fabricação diária de gelo na comunidade Vila Nova do Amanã mudou a vida dos moradores. “O gelo trouxe melhoria para a comunidade toda para a conservação dos alimentos. 

Antes não tínhamos onde conservar, trazíamos o gelo de Tefé [cidade vizinha] e ele acabava em poucos dias”, diz Francisco Pereira Vale, morador do local. 

(Agência Usp)

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Dicas para Poupança Energética: Os pequenos eletrodomésticos

ambiente e energia
Ajudar a poupar energia – é esse o propósito do Programa Polo Positivo, concebido tendo em consideração a importância da sustentabilidade económica das instituições particulares de solidariedade social. 

Esta iniciativa pretende contribuir para esse objetivo, sendo que o montante correspondente ao valor da energia poupada é aplicado na missão social de cada uma das instituições abrangidas pelo programa.

Através do Polo Positivo será realizado, em cada instituição, um diagnóstico de eficiência energética, que inclui um programa de medidas, acompanhado de um plano de formação e sensibilização adequado a cada uma das IPSS, sendo posteriormente assegurada a monitorização dos resultados. 

Cada instituição ficará a conhecer as suas fragilidades a nível da eficiência energética e a forma como pode reverter a situação.

Pequenos que podem tornar as contas grandes
Os pequenos electrodomésticos que se limitam a realizar alguma ação mecânica – bater ou cortar – com exceção do aspirador, têm geralmente potências baixas. 

No entanto, os aparelhos que produzem calor – ferro de engomar, torradeira ou secador – têm potências maiores e, consequentemente, consumos mais significativos.

Sempre que possível não deixe os aparelhos ligados (exemplo: ferro de engomar);

Aproveite o calor do ferro para passar grandes quantidades de roupa de uma vez, evitando ter que o ligar várias vezes para pequenas quantidades;

Sempre que possível, evite o uso de ventiladores ou ventoinhas, abrindo a janela e aproveitando correntes de ar naturais;

Sempre que possível, utilize o micro-ondas em vez do forno tradicional. Este consegue reduzir o consumo de energia em cerca de 60% a 70%.


Fonte: www.oje.pt